Mario Puzzo tornou-se um escritor conhecido mundialmente com este livro,
seu terceiro romance.
O submundo da Máfia e o talento literário de Mario Puzo ganharam
notoriedade com a publicação de 'O poderoso chefão'. O carisma de Don
Vito Corleone encanta na mais perfeita reconstituição da vida e dos
negócios das famílias mafiosas de Nova York. Apesar de implacável, Don
Vito é, essencialmente, um homem justo. Padrinho benevolente, nada
recusa aos seus afilhados: conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a
morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a
amizade de seus protegidos. Mas ninguém pode vencer as trapaças da
idade. Quando seus inimigos atacarem juntos e tudo que a família
Corleone significa estiver por um fio, o velho Corleone terá de
escolher, entre seus filhos,um sucessor à altura. Um mundo de intrigas e
decisões cruéis habilmente construído por Mario Puzo.
Título
O Poderoso Chefão
Autor
Mario Puzo
Editora
Record
Gênero
Ebook, Literário, Literátura Estrangeira
Ano
2000
Páginas
548
Contém:
ePUB (Lev ou Kobo) MOBI (Kindle Old) AZW3 (Kindle) PDF DRM Free
Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter
sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou
desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em
que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo
nazifascista.
De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o
banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos,
instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História -
mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.
Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram
constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos
bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como
arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do
socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política,
sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.
Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia
do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser
vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois
de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as
fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de
revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato
cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De
certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma
que animaliza os homens.
Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e
extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, A
revolução dos bichos combina de maneira feliz duas ricas tradições
literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira
política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.
Título
A Revolução dos Bichos
Autor
George Orwell
Gênero
Fantasia, Literátura Estrangeira
Ano
1945
Páginas
117
Contém:
ePUB (Lev ou Kobo) MOBI (Kindle Old) AZW3 (Kindle) PDF DRM Free
Como economizar no dia a dia? Como poupar mesmo ganhando pouco? Quais
são os melhores (e os piores) investimentos? Como poupar para o futuro
sem abrir mão dos desejos e necessidades do presente?
Vou contar para você como cheguei até aqui, as roubadas em que me meti,
as dúvidas que tive e tudo o que aprendi ao longo desses anos. Mas este
livro não é sobre mim. É sobre você, o seu dinheiro e a maneira como vem
lidando com ele até agora.
Para ajudar nesse processo, reuni exemplos práticos, situações reais,
planilhas e exercícios, e organizei tudo isso em 10 passos simples para
nunca mais faltar dinheiro no seu bolso.
A partir dessas dicas, você vai aprender a dar um basta nos hábitos que
sabotam sua saúde financeira, a identificar as crenças que impedem seu
enriquecimento e a encontrar modalidades de investimento que caibam na
sua realidade. E o melhor: vai descobrir um mundo maravilhoso em que o
dinheiro trabalha para você, e não você para ele.
Título
Me Poupe!
Autor
Nathalia Arcuri
Editora
Sextante
Gênero
Finanças
Ano
2018
Páginas
166
Ajude a Nathalia compre o livro se gostar da leitura do pdf
Fala amante da série, você gostou do final da série casa de papel? Então
vamos fazer uma meta de likes? Se chegar a mil likes é pq a série foi
legalzinha, se chegar a 3 mil a série foi boa, e se chegar a 5 mil a
série foi muito foda! Tenho bastante coisa pra falar sobre a série depois da vinheta, então bora!
TEM
SPOILER: a série é boa, mas tenho algumas ressalvas, algumas vezes me
irritava os diálogos aleatórios da série, que mais enchem linguiça do
que acrescentam algo ao enredo, não espere diálogos a lá filmes do
Tarantino! o Antônio Fagundes espanhol" que engravidou a leãozinho
era muito chato! Deveria ter sido morto por acidente naquele buraco que
eles saíram no final, Tokyo e rio só fodiam o plano, acho que ninguém
deve shippar esses dois malas! É interessante ressaltar que a série faz
uma crítica velada sobre o machismo, afinal eles colocam uma mulher com o
maior cargo da polícia, mas mesmo assim seus colegas não a respeitam em
momento algum, principalmente o velho careca, no caso da Nairobi é pior
pois uma personagem tão bem feita, e com características de liderança,
acaba ficando de lado...para que se destaque os devaneios de Berlim,
achei super bacana quando o senhor que era responsável pela impressão
dos euros diz que Nairobi foi a melhor chefe que ele já teve, a ação
entre "mocinho e bandido" prende demais na série toda principalmente o
lance de gato e rato entre a polícia e o professor! No decorrer da série
por ela ser narrada pela Tóquio, eu fiquei imaginando que todos iriam
morrer no final, e ela seria a única sobrevivente, isso se reforçou
quando ela foi ajudada na fuga da prisão e a vestiram de policial (o que
seria um final foda!), mas a produção optou pela ideia mais idiota, ela
volta pro banco na cena mais mentirosa do mundo, onde nenhuma porra de
bala atingiu a moto, dai atinge o Moscou só pra fazer um drama, achei
desnecessário a morte do Moscou, pois ele era um personagem extremamente
carismático que merecia ver Denver e a leãozinho casados, por falar no
casal aquela história de atirar na perna pra mentir pro Berlim foi a
maior imbecilidade, os bandidos tiveram aula de tudo, até de anatomia
humana, aí o denver vai e dá um tiro na perna que poderia atingir a
porra da veia safena, pq não dá um tiro de raspão no braço? E outras
coisas absurdas como o professor conseguir mandar a msg exatamente no
rádio da tenda, bem na hora que o parça vai fazer o xixi e tá lá o
retrato falado, que o cara não salvou, mesmo sendo o maior criminoso da
história da Espanha, até mesmo a inspetora sair pra flertar com o
professor no bar, ao invés de focar no caso, até mesmo o personagem
Angel que é inteligente e perspicaz, mas vira um bebezão na eterna
Friendzone com a Raquel.
No caso de Berlim foi coerente e honrosa
sua morte, apesar de achar que a Ariadne deveria ter morrido tbm!
(Aquela cena da metralhadora foi bem mentirosa nem uma bala atingir a
Ariadne ou Berlim), o final foi o mais clichê com os ladrões se dando
bem, e a inspetora ficando com o professor. Daria 4 estrelas de 5! A
trilha, em muitos momentos lembrou Hans Zimmer com interestelar ou
Batman, os produtores fizeram a lição de casa direitinho, vc vê
episódios com aquela estrutura de novela, onde no fim sempre dá gancho
para o próximo episódio, o enredo parece TCC de roteiro: é muito
certinho, toda ação tem uma reação, temos o protagonista e o antagonista
num joguinho de xadrez, vai acontecer alguma coisa e aí tem um
obstáculo dai o personagem tem que vencer o obstáculo e a gente fica
aflito, isso prendeu bastante a série inteira. Conforme vc assiste
aos episódios vc começa a torcer pelos bandidos, pois eles são sujeitos
comuns que não estão tirando dinheiro de nenhum trabalhador, como faz
todos os dias os políticos brasileiros, eu me senti entre a cruz e a
espada, pensando que roubar é errado, mas que os ladrões eram Robin wood
naquele caso, muitos amigos meus ficaram com mimimi por que não gosta
de assistir legendado, e iriam terminar quando saísse dublado na
Netflix, eu sou contrário é tão legal vc ouvir a voz real do ator, ouvir
outra língua, e estamos tão acostumados só com inglês, é legal ouvir
outras línguas tentem fazer essa experiência! uma coisa bacana que
tenho que reconhecer na Netflix é que ela revela grandes produções
mundiais, que talvez não acompanharíamos: dark: alemã, louva Deus:
francesa, casa de papel: espanhola, entre tantas outras. E por favor parem de frescura e assistam legendado! Se vcs quiserem que eu fale sobre dark ou louva Deus só deixar aqui nos comentários!
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gosta do canal? Quer ajudar e ainda ganhar prêmios incríveis? Então dá
uma olhada na campanha do apoia-se que eu fiz, só clicar nessa imagem
aqui na tela!
Fala Amante da Música, tudo bem com você? hoje trago uma reflexão
sobre 2 das melhores vozes femininas internacionais: estou falando de
Janis Joplin e Amy Winehouse, quer saber o que elas têm em comum? depois
da vinheta eu conto pra vc
antes de começar essa
conversa com você queria te convidar pra dar uma olhada na campanha do
apoia-se, lá eu explico como funciona pra você ajudar o canal, pra
facilitar seu entendimento, eu criei essa campanha mensal do apoia-se
pra me ajudar com a renda, que não é só para o canal se manter, mas
também pra eu sustentar minha casa e família, então se você puder ajudar
é muito fácil, as doações começam em apenas 2 reais por mês e você pode
fazer a diferença na minha vida e de minha família, e você ainda ganha
incríveis prêmios se ajudar, como a camiseta, boné, adesivo, consultoria
comigo, tá tudo explicado lá na página, dá uma olhada, chega de jabá e
vamos pro conteúdo. [transição] ela era uma mulher em um meio
eminentemente masculino e machista. Era uma branca cantando música de
negra, era bissexual e "devassa" em um mundo "Puritano". Passou a
vida inteira sendo ridicularizada por ser considerada feia e por não ser
uma mulher heteronormativa, ou seja, nos moldes que a sociedade tão
preconceituosa queria naquela época. Janis Joplin foi diferenciada por
sua voz rasgada, que não tinha muita técnica, mas que era de um
sentimento tão forte, que em qualquer música que você escuta cantada por
Janis é inevitável perceber a verdade e o sentimento. Ela viveu a
música como poucas, viveu pouco e cantou muito. Já a Amy Winehouse chega
numa época mais atual onde o preconceito já havia sido reduzido desde a
geração de Joplin. Mesmo assim suas trajetórias se assemelham no
sentimento inserido nas letras e as vozes marcantes, ambas foram
foguetes que alcançaram o sucesso absurdamente rápido. Janis, mais
corajosa e questionadora, queria encontrar seu lugar verdadeiro, até
tentou o coral na sua cidade natal, mas não gostava muito das regras.
Cantava blues e country em clubes da Califórnia. Já Amy, introspectiva e
apaixonada desde cedo, consumiu jazz e muita música por conta de
familiares que eram músicos profissionais. Uma curiosidade é que a mãe
de Amy també se chama Janis, não sei se era por causa da cantora, de
qualquer forma enriquece a reflexäo. Amy e Janis cantaram o amor e
principalmente a desilusão amorosa como ninguém, eu acredito que fizeram
monstruoso sucesso pois cantavam a realidade delas, jamais foi algo
falso ou que as gravadoras pediam ou que estava posto na mídia que fazia
sucesso. Janis joplin foi um ícone da contracultura nos Estados Unidos
dos anos 60. Ela era contra o racismo, machismo e o conservadorismo da
época. Amy era uma garota inglesa do século XXI, doce e ferida pela
safadeza do pai que traia sua mãe abertamente e que sofreu muito com o
divórcio deles. Nunca teve estrutura emocional para o sucesso, mas se
tornou um exemplo de empoderamento da mulher na música. Rui Miguel
Abreu, da revista portuguesa Blitz, comentou sobre a trajetória de
Winehouse na indústria musical:
“É curioso perceber os passos
de ligação de Amy Winehouse à indústria. O seu primeiro contrato foi de
agenciamento e management, ou seja, foi o seu talento de palco que
primeiro lhe permitiu entrar no mundo do espetáculo. A Brilliant!
levou-a depois a assinar um contrato de publishing com a EMI, levando
assim a que a sua segunda ligação à indústria acontecesse como
compositora. Os discos seriam a última parte desta equação, o que revela
que Amy, de fato, era tudo menos o típico rostinho bonito que primeiro é
recrutado pela editora e depois aprende a cantar, se tiver sorte.”
com
relação a beleza ambas tem, eu diria, belezas exóticas. Eu achava a amy
muito bonita antes do look que se tornou sua assinatura, já Janis tinha
um dos sorrisos mais encantadores e cativantes já visto. Ambas morreram
com 27 anos, Amy no dia 23 de julho de 2011, e Janis no dia 4 de
outubro de 1970, fazem parte desse grupo triste também o Kurt Cobain,
Jim Morrison e o Jimi Hendrix denominado pela mídia como clube dos 27,
mas isso é assunto pra outro video. [transição] curtiu esse vídeo?
então deixa seu like, pra eu saber que vc curtiu, se inscreva e clique
no sininho pra não perder novos vídeos toda quinta feira, se quiser ter
um contato mais próximo comigo é só me seguir no instagram que é o @gui_fari.as muito obrigado pela sua audiência tchau!
Referências: Janis - http://zipansion.com/1om4P Janis: Little Girl Blue download - http://zipansion.com/1om7W Amy - http://zipansion.com/1omII Documentário Amy download - http://zipansion.com/1omMZ
Saiu na madrugada desta segunda-feira, 17, um dos discos mais aguardados do hip-hop brasileiro: Sabotage, com 11 faixas inéditas compostas pelo rapper paulistano Sabotage, assassinado aos 29 anos, em 2003, com quatro tiros. Ele deixou faixas inacabadas que só agora vêm a público graças ao trabalho dos produtores e amigos Daniel Ganjaman, Tejo Damasceno, Rica Amabis e DJ Cia, entre outros. Emocionado, Ganjaman postou a notícia assim que o álbum foi lançado, anunciando que ele já estava disponível, na noite da superlua, no Spotify. A direção musical é assinada também por Quincas Moreira, Tropkillaz, DJ Nuts, Mr. Bomba e Duani. Todos abriram mão dos direitos em favor da família de Sabotage: os filhos, Thamires e Wanderson, e a mulher, Maria Dalva. Desde a morte do músico, há 13 anos, eles vivem humildemente em São Paulo.
As faixas trazem o inconfundível flow de Sabotage, dono de um estilo muito próprio de encaixar versos e rimas no canto falado. A vida na favela do Canão, onde ele foi criado; a vida do crime, da qual se desligara até ser abatido num ponto de ônibus; o Brasil dos playboys que queimam índios; a miséria na periferia paulistana estão nas rimas de Sabotage.
País da fome: homens animais vai fazer muito fã chorar. Começa com a repórter anunciando o assassinato do rapper e, cinematograficamente, descreve a vida do Maurinho, como ele era chamado pelos amigos. "Vou vivendo pelos cantos/ Desviando dos escombros", diz Sabotage. "Senhor, me dê mais fé", apela, em outro momento. "A chave/segredo/Posso viver bem mais", canta Sabotage. "Não gosto deste filme", diz em outro verso.
Para não deixar o astral cair, até porque Sabotage não era disso, a faixa seguinte é um rap-samba de primeira, Maloca é maré, com participação de Rapin Hood, o homem que tirou Sabotage do crime para lançá-lo na carreira de artista. Hood e Sandrão, do grupo RZO, que também participa do disco, foram responsáveis pela virada na vida do autor do clássico O rap é compromisso, que deixou apenas um disco solo, lançado em 2000.
Dezesseis anos depois, o segundo solo de Sabotage contou com a participação de muitos amigos e admiradores, além dos produtores que o idealizaram. Estão lá B Negão, Céu, Funk Buia, Dexter, Rappin Hood, Negra Li, DBS e o convidado Shyheim, do coletivo americano Wu Tan Chan. Demorou 13 anos para o disco sair, cercado de carinho e dos cuidados de talentosos amigos. Sabotage, sem dúvida, é um dos lançamentos mais bacanas deste 2016. A competência de Ganjaman, Instituto, Cia, Tropkillaz, etc. garantiu sonoridade envolvente da primeira à 11ª faixa. Tem rap, samba, levada meio bossa nova, rock, piano, guitarra e flauta - e, sobretudo, muito hip-hop na veia. O Spotify promete para esta noite a audição especial do disco, com direito a depoimentos dos amigos, músicos que participaram do projeto e da família do rapper. O horário anunciado é 20:55.
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Em uma performance que teve Robert Plant à beira das lágrimas, Ann & Nancy Wilson do HEART cantaram "Stairway to Heaven" em um tributo ao LED ZEPPELIN, durante o Kennedy Center Honors, que foi transmitido na noite passada (26 de dezembro) pela CBS.
Aparentemente, cerca de 3.000 pessoas estavam no palco durante este desempenho, acompanhado das irmãs Wilson estava o filho do falecido baterista do Zeppelin, John Bonham, Jason Bonham, e também uma banda gigantesca de cordas, como podemos ver no video abaixo:The footage is from the concert film "The Song Remains the Same".
The concert took place in Madison Square Garden, New York City.
Essa música é do 4º álbum do Led Zeppelin, que por ventura é o álbum mais importante do Led, sendo esse álbum, o 4º álbum mais importante da história da música, ele não tem título (assim como os 3 álbuns anteriores), conhecido apenas como Led Zeppelin 4º, alguns chama de Zoso, 4 símbolos e etc...
There's a lady who's sure all that glitters is gold
And she's buying a stairway to heaven
And when she gets there she knows if the stores are all close
With a word she can get what she came for
Oh, and she's buying a stairway to heaven
There's a sign on the wall but she wants to be sure
'Cause you know sometimes words have two meanings
In a tree by the brook there's a songbird who sings
Sometimes all of our thoughts are misgiving
Oh, it makes me wonder
Oh, it makes me wonder
There's a feeling I get when I look to the west
And my spirit is crying for leaving
In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
And the voices of those who stand looking
Oh, it makes me wonder
Oh, and it makes me wonder
And it's whispered that soon, if we all called the tune
Then the piper will lead us to reason
And a new day will dawn for those who stand long
And the forest will echo with laughter
Woe, oh
If there's a bustle in your hedgerow
Don't be alarmed now
It's just a spring clean for the May Queen
Yes, there are two paths you can go by
But in the long run
There's still time to change the road you're on
And it makes me wonder
Oh
Your head is humming and it won't go, in case you don't know
The piper's calling you to join him
Dear lady, can you hear the wind blow? And did you know?
Your stairway lies on the whispering wind
And as we wind on down the road
Our shadows taller than our souls
There walks a lady we all know
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold
And if you listen very hard
The tune will come to you at last
When all are one and one is all, yeah
To be a rock and not to roll
Oh
And she's buying a stairway to heaven
04 - Stairway to Heaven - Led Zeppelin IV
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Neste video é Revelado o segredo sobre a musica construção de Chico Buarque de Holanda!
Chico Buarque - Construção Geni e o Zepelim Chico Buarque/1977-1978 Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque
De tudo que é nego torto Do mangue e do cais do porto Ela já foi namorada O seu corpo é dos errantes Dos cegos, dos retirantes É de quem não tem mais nada Dá-se assim desde menina Na garagem, na cantina Atrás do tanque, no mato É a rainha dos detentos Das loucas, dos lazarentos Dos moleques do internato E também vai amiúde Co'os velhinhos sem saúde E as viúvas sem porvir Ela é um poço de bondade E é por isso que a cidade Vive sempre a repetir Joga pedra na Geni Joga pedra na Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa de cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni
Um dia surgiu, brilhante Entre as nuvens, flutuante Um enorme zepelim Pairou sobre os edifícios Abriu dois mil orifícios Com dois mil canhões assim A cidade apavorada Se quedou paralisada Pronta pra virar geléia Mas do zepelim gigante Desceu o seu comandante Dizendo - Mudei de idéia - Quando vi nesta cidade - Tanto horror e iniqüidade - Resolvi tudo explodir - Mas posso evitar o drama - Se aquela formosa dama - Esta noite me servir
Essa dama era Geni Mas não pode ser Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa de cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni
Mas de fato, logo ela Tão coitada e tão singela Cativara o forasteiro O guerreiro tão vistoso Tão temido e poderoso Era dela, prisioneiro Acontece que a donzela - e isso era segredo dela Também tinha seus caprichos E a deitar com homem tão nobre Tão cheirando a brilho e a cobre Preferia amar com os bichos Ao ouvir tal heresia A cidade em romaria Foi beijar a sua mão O prefeito de joelhos O bispo de olhos vermelhos E o banqueiro com um milhão Vai com ele, vai Geni Vai com ele, vai Geni Você pode nos salvar Você vai nos redimir Você dá pra qualquer um Bendita Geni Foram tantos os pedidos Tão sinceros, tão sentidos Que ela dominou seu asco Nessa noite lancinante Entregou-se a tal amante Como quem dá-se ao carrasco Ele fez tanta sujeira Lambuzou-se a noite inteira Até ficar saciado E nem bem amanhecia Partiu numa nuvem fria Com seu zepelim prateado Num suspiro aliviadoEla se virou de ladoE tentou até sorrirMas logo raiou o dia E a cidade em
cantoria Não deixou ela dormir Joga pedra na GeniJoga bosta na Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa de cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni