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segunda-feira, 8 de junho de 2015

EVANGÉLICOS VERSUS GAYS....

A luta entre gays e evangélicos parece não ter fim. De um lado nós temos a marcha para Jesus. Do outro nós temos a parada gay. O primeiro ataca o segundo chamando-os de profanos e imorais (que no fim são sinônimos). O segundo ataca o primeiro chamando-os de retrógrados, alienados, tapados, reacionários e até de fascistas. O primeiro recebe verbas públicas para tal evento e isenção tributaria (no caso das igrejas católicas e evangélicas). O segundo também recebe uma bela grana da prefeitura para promover a tal parada gay. O primeiro grupo, dos evangélicos, nunca propôs uma só proposta de melhoria para o povo brasileiro lá em Brasília. O segundo tem como porta voz, o EX BBB Jean Wyllys, deputado federal e que também não passa de um inútil à custa do governo brasileiro. O primeiro grupo diz sofrer cristofobia. O segundo diz sofrer homofobia. O primeiro fala tanto de gay, que parece que os extirpando do mundo, todos os outros problemas (guerras, fome, corrupção, desmatamento, desemprego e etc.) iram desaparecer também. Já o segundo quer obrigar através de novelas, propagandas e de leis que todos aceitem a homossexualidade como sendo normal. (eu não acho normal e em casa não entra estas porcarias de novelas). Enfim, para mim, a verdade é a seguinte: Vivemos em um Estado laico, portanto, ninguém é obrigado a acreditar na bíblia e muito menos em Deus. E ninguém é obrigado também a achar normais dois homens ou duas mulheres transando e querendo fazer "neném". Então, sendo assim, cada macaco no seu galho.
Conclusão: Gays, deem tudo o que vocês quiserem dar. A igreja não pode querer mandar no rabo de vocês. Agora, por outro lado, a igreja tem todo o direito de ensinar para seus fies que dá o rabo é pecado.

Simples assim...

Sidney Danilo...

quarta-feira, 1 de abril de 2015

COTAS PARA NEGROS? SERÁ MESMO QUE ELES PRECISAM?

A escravidão já acabou há anos. Hoje não se existem mais senzalas como existiam há cem ou duzentos anos atrás. Os negros ao longo dos tempos ganharam direitos, respeito e certa dose de dignidade, coisas inimagináveis há épocas passadas. Atualmente, muitos deles são chefes em empresas, esportistas consagrados (Pelé é um grande exemplo), muitos alçaram voos sociais e financeiros gigantescos, graças primeiramente a seus talentos e a muitas outras pessoas que lhe deram oportunidades. Não dá para acreditar que nos dias de hoje um ser humano branco ache-se superior a outro ser humano negro, só por causa da cor da pele. Pensar desta maneira seria ser o ridículo do ridículo e do ridículo ao quadrado. Mas, ainda infelizmente existem animais que pensem assim. No que diz respeito a cotas estudantis para negros no Brasil, o assunto gera muita polêmica. Muitos (inclusive alguns negros) acham que tal benefício só serve para mostrar que eles próprios se acham diferentes dos brancos, querendo afirmar-se com isso, que os mesmos também são preconceituosos. Talvez, mas, o certo mesmo é que nunca viesse a existir cotas para negros, brancos, azuis, amarelos, índios e ninguém, pois todos são iguais perante a "lei" e principalmente perante Deus. Mas, como o ser humano ainda é imbecil e acho que sempre o será, determinadas coisas precisam sim de certa proteção. Vejamos: é fato que nós vivemos em uma época de muito vitimismo, a gente vê isso entre os próprios negros, religiosos, homossexuais, deficientes físicos, crianças, idosos e etc., ou seja, determinadas pessoas usam um pouquinho do famoso “ninguém me ama e ninguém me quer” para conseguir algo a seu favor. Sim, a meu ver, o vitimismo também é um mal. Só que vamos analisar as coisas na concretude da vida e não apenas nas teorias, para vermos se eles estão ou não certos em pedir tal benefício. Pesquise na internet e tente encontrar dez grandes empresas no Brasil que tenha como presidentes ou executivos do primeiro escalão, negros masculino ou feminino. Pesquise na internet e tente encontrar nas grandes universidades do Brasil, dez professores negros que sejam a referência da universidade. Pesquise na internet e veja se existem dez técnicos de futebol de times de ponta e que sejam negros. Pesquise na internet e tente encontrar dez dançarinas negras do Faustão, Gugu, programa Pânico ou em novelas. Pesquise em lojas para brinquedos, dez tipos de bonecas negras. E assim por diante. Eu sei, eu sei que você pode dizer que isto tudo não tem nada haver e que não concorda. Respeito sua opinião, mas para mim, tem tudo haver. O preconceito e a discriminação no Brasil, não são aquele preconceito explicito. Mesmo porque, é crime inafiançável. O preconceito no Brasil é de ódio camuflado, declarado em ambientes onde a mídia não tem acesso. São os pais brancos e de família rica e tradicional (não todos é claro) que dizem na roda familiar ou de amigos, que odeiam negros e que preferiam ver o filho (a) morto, a vê-los (as) casando-se com negros (as), são empresas que entre uma estagiaria negra e uma loira de olhos azuis, não pensam duas vezes em contratar a loira (e não venha dizer que não tem nada haver que no dia a dia a gente sabe que é bem assim), enfim, não é aquele preconceito do dia a dia infelizmente também tolerado, na qual "amigos" chamam os amigos negros de macacos, negro safado, gorila e etc. Não. São preconceitos de ódios, de segregação total, de total indiferença a eles, e que vem muita das vezes, com pedidos de exterminação total dos negros do universo (não é exagero, já li algo a respeito). É por estas e por outras que eu defendo sim a cotas para negros. Do contrário, ainda que saibamos que eles sejam capazes de conquistarem coisas melhores em suas vidas sem a ajuda das cotas, continuo achando as necessárias. Pois, se não for assim, infelizmente muitos deles não chegaram a lugar nenhum. Podemos dizer que cotas é um mal necessário.  Sidney Duarte