quarta-feira, 1 de abril de 2015

O CLUBISMO PARTIDÁRIO TEM QUE ACABAR!



Nunca votei no PT e muito provavelmente nunca votarei (posso um dia mudar de opinião, mas por enquanto ainda não). Agora, criticar os petistas e esquecer-se das atrocidades cometidas pelo PSDB ao longo dos 20 anos a frente de São Paulo, é ser no mínimo um alienado partidarista. O Governador Geraldo Alckmin com sua conversa mansa, tranquila e suave, tem se mostrado há anos um politico incompetente, mas que de bobo não tem é nada. A crise do abastecimento de água, a máfia dos carteis do transporte público e o alto índice de violência que tomou conta de São Paulo, provam para mim, que assim como é incompetente o PT, o PSDB é outro que está encharcado de falcatruas e corrupções. Portanto, antes de criticarem o PT (e fazem muito bem em fazer isso), olhem primeiramente para seus umbigos, ops, partidos, para depois, quem sabe, criticar o partido dos outros...
Sidney Duarte

COTAS PARA NEGROS? SERÁ MESMO QUE ELES PRECISAM?

A escravidão já acabou há anos. Hoje não se existem mais senzalas como existiam há cem ou duzentos anos atrás. Os negros ao longo dos tempos ganharam direitos, respeito e certa dose de dignidade, coisas inimagináveis há épocas passadas. Atualmente, muitos deles são chefes em empresas, esportistas consagrados (Pelé é um grande exemplo), muitos alçaram voos sociais e financeiros gigantescos, graças primeiramente a seus talentos e a muitas outras pessoas que lhe deram oportunidades. Não dá para acreditar que nos dias de hoje um ser humano branco ache-se superior a outro ser humano negro, só por causa da cor da pele. Pensar desta maneira seria ser o ridículo do ridículo e do ridículo ao quadrado. Mas, ainda infelizmente existem animais que pensem assim. No que diz respeito a cotas estudantis para negros no Brasil, o assunto gera muita polêmica. Muitos (inclusive alguns negros) acham que tal benefício só serve para mostrar que eles próprios se acham diferentes dos brancos, querendo afirmar-se com isso, que os mesmos também são preconceituosos. Talvez, mas, o certo mesmo é que nunca viesse a existir cotas para negros, brancos, azuis, amarelos, índios e ninguém, pois todos são iguais perante a "lei" e principalmente perante Deus. Mas, como o ser humano ainda é imbecil e acho que sempre o será, determinadas coisas precisam sim de certa proteção. Vejamos: é fato que nós vivemos em uma época de muito vitimismo, a gente vê isso entre os próprios negros, religiosos, homossexuais, deficientes físicos, crianças, idosos e etc., ou seja, determinadas pessoas usam um pouquinho do famoso “ninguém me ama e ninguém me quer” para conseguir algo a seu favor. Sim, a meu ver, o vitimismo também é um mal. Só que vamos analisar as coisas na concretude da vida e não apenas nas teorias, para vermos se eles estão ou não certos em pedir tal benefício. Pesquise na internet e tente encontrar dez grandes empresas no Brasil que tenha como presidentes ou executivos do primeiro escalão, negros masculino ou feminino. Pesquise na internet e tente encontrar nas grandes universidades do Brasil, dez professores negros que sejam a referência da universidade. Pesquise na internet e veja se existem dez técnicos de futebol de times de ponta e que sejam negros. Pesquise na internet e tente encontrar dez dançarinas negras do Faustão, Gugu, programa Pânico ou em novelas. Pesquise em lojas para brinquedos, dez tipos de bonecas negras. E assim por diante. Eu sei, eu sei que você pode dizer que isto tudo não tem nada haver e que não concorda. Respeito sua opinião, mas para mim, tem tudo haver. O preconceito e a discriminação no Brasil, não são aquele preconceito explicito. Mesmo porque, é crime inafiançável. O preconceito no Brasil é de ódio camuflado, declarado em ambientes onde a mídia não tem acesso. São os pais brancos e de família rica e tradicional (não todos é claro) que dizem na roda familiar ou de amigos, que odeiam negros e que preferiam ver o filho (a) morto, a vê-los (as) casando-se com negros (as), são empresas que entre uma estagiaria negra e uma loira de olhos azuis, não pensam duas vezes em contratar a loira (e não venha dizer que não tem nada haver que no dia a dia a gente sabe que é bem assim), enfim, não é aquele preconceito do dia a dia infelizmente também tolerado, na qual "amigos" chamam os amigos negros de macacos, negro safado, gorila e etc. Não. São preconceitos de ódios, de segregação total, de total indiferença a eles, e que vem muita das vezes, com pedidos de exterminação total dos negros do universo (não é exagero, já li algo a respeito). É por estas e por outras que eu defendo sim a cotas para negros. Do contrário, ainda que saibamos que eles sejam capazes de conquistarem coisas melhores em suas vidas sem a ajuda das cotas, continuo achando as necessárias. Pois, se não for assim, infelizmente muitos deles não chegaram a lugar nenhum. Podemos dizer que cotas é um mal necessário.  Sidney Duarte

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

PM Mata Camelô Com Tiro na Lapa em SP

Exclusivo: vídeo mostra momento em que PM mata camelô com tiro na cabeça em SP
Um cinegrafista amador gravou pelo celular o exato momento em que um Policial Militar atira em um vendedor ambulante
vídeo mostra momento em que PM mata camelô com tiro na cabeça em SP PM é preso por matar camelô na Lapa - São Paulo - PM é preso após divulgação de vídeo em que mata camelô com tiro
PM preso por matar camelô na Lapa responde por outro homicídio

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

REPORTAGEM SOBRE O CANAL PENSANDO NISSO.

Livro do Felipe Neto

Você já conhece o Não faz sentindo. Agora vai conhecer tudo sobre seu criador, o maior vlogger do Brasil.
Criado por Felipe Neto em 2010 sem maiores pretensões, o Não Faz Sentindo tornou-se um fenômeno da internet brasileira e o primeiro canal de vídeos em língua portuguesa a ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos. Confundido muitas vezes com seu personagem reclamão, Felipe Neto expõe nesta obra sua outra face, sem óculos escuros, muito diferente da que se vê em seus vídeos mais famosos. 

Do garoto que se levantou da falência para a exposição meteórica (que o acabou levando à depressão); dos bastidores envolvendo o vídeo contra a série Crepúsculo ao desentendimento com celebridades; acompanhamos, com muita sinceridade, uma história de sucesso por trás dos panos. 

Você conhece o Não Faz Sentindo. Agora vai conhecer a história, através de uma linguagem bem-humorada e sem nunca se levar muito a sério, pela lente de quem está por trás da câmera. E comprovar que, apesar do nome, este livro nos apresenta a história de um projeto cujo sucesso possuiu não apenas toda lógica, como também todos os motivos para se comunicar com uma geração altamente conectada, disposta a revolucionar a maneira como lidaremos com a produção e o conteúdo do entretenimento mundial. DOWNLOAD PDF